Sábado, 23 de Janeiro de 2010

I - Definição

 

1 - Casa do Outeiro

 

2 - Proprietário/família

      

      Actual - Carlos Costa Lima de Sousa Guedes

      Antigo - Manuel Casimiro de Castro Sousa Guedes

      Apelido - Sousa Guedes

 

3 - Localização.

 

      Lugar - Outeiro

      Freguesia - Nogueira

      Concelho - Lousada

 

II - Classificação Formal

              

 Casa em L com capela adossada ao topo esquerdo da fachada Este, com pátio interior.                  

1 - Relação entre ambas as construções    

    

2-Descrição (arquitectónica) dos edifícios

 

A casa do Outeiro apresenta uma configuração arquitectónica muito curiosa. A construção primitiva assemelha-se a um trapézio com um pátio interior, formando posteriormente uma planta em L quando liga a fachada Este à capela. A casa está adossada à casa de Além.

As fachadas Norte e Este (exteriores) só parcialmente se vêem. São rebocadas e o telhado sobrepuja a cornija. Na fachada Norte, no rés-do-chão, vê-se uma abertura moldurada e gradeada. O primeiro andar exibe uma janela de peitoril com lintel curvilíneo, moldurada. Uma pilastra adossa o canto do pano da parede da fachada Oeste e Sul. Apresentam duas janelas de peitoris, molduradas com lintéis curvilíneos.

No rés-do-chão, do lado do terreiro, existem duas portadas e duas janelas de peitoril. No primeiro andar, vêem-se três janelas de peitoril molduradas e duas janelas de sacada molduradas.

A fachada Este, da primitiva construção, é rasgada, no rés-do-chão, por uma portada moldurada com chave ao centro; e esta é ladeada por seis janelas molduradas, com grade à espanhola, apresentando no primeiro andar duas janelas de sacada molduradas, flanqueadas por quatro janelas de peitoril (uma janela de sacada/duas janelas de peitoril; uma janela de sacada/duas janelas de peitoril), também molduradas.

Na fachada Sul, no rés-do-chão, vislumbram-se duas janelas de peitoril, molduradas, com grades à espanhola, quatro portadas molduradas, uma portada de cocheira e três aberturas rectangulares gradeadas. Existe ainda uma pequena abertura vertical e uma porta em madeira. Ao centro exibe uma escadaria de quatro lanços e dois braços, sendo os primeiros degraus semicirculares. As pequenas colunas, da escadaria, exibem volutas esculpidas e terminam em fogaréus. No pano da parede, desta escadaria, de ambos os lados, há uma porta moldurada, e, lateralmente, mostra uma abertura na vertical. 

No andar nobre, ao centro, ostenta um portal moldurado com chave sobrepujado por um frontão hexagonal. No corpo principal, à direita da torre, num ritmo certo, a ladear o portal moldurado, duas janelas de sacada (uma de cada lado) e quatro janelas de peitoril molduradas (duas de cada lado da janela de sacada.). A torre mostra três janelas de peitoril, molduradas. Esta ostenta o brasão com as armas de S. Francisco e as gárgulas.

 A fachada Este, da construção primitiva, no rés-do-chão, exibe seis janelas de peitoril molduradas e gradeadas, ao centro um portal moldurado, apresentando no primeiro andar três janelas de sacada e quatro janelas de peitoril molduradas. A fachada Norte encontra-se em mau estado de conservação. A vegetação, as plantas e as árvores de fruto, não permitem uma leitura muito correcta dos seus elementos arquitectónicos. É de junta tomada, com o telhado a sobrepujar directamente a parede e exibe uma janela de batente e envidraçada. Num outro pano, quase tapado pela vegetação, podemos distinguir duas aberturas rectangulares gradeadas.

A capela da casa do Outeiro tem como invocação S. Francisco e foi mandada edificar em mil setecentos e sessenta e nove93 por Bernardo José de Castro Meireles e sua mulher, Joana Casimira da Conceição. A fachada principal, virada a Oeste, apresenta um portal moldurado com lintel curvilíneo e frontão interrompido. No tímpano deparámos com um óculo em forma de quadrifólio moldurado e gradeado. O frontão é coroado por uma cruz octogonal, sendo as pilastras rematadas por pirâmides quadrangulares. Há ainda, do lado da sacristia, uma pequena janela moldurada, gradeada e envidraçada. A fachada Sul patenteia uma janela moldurada, gradeada e envidraçada, enquanto que na fachada Norte há uma portada de madeira. Nas fachadas Sul, Norte e Este, existem painéis de azulejos com a imagem de S. Francisco, em tom azul e branco. A fachada Este, ao centro, exibe uma edícula em forma de concha côncava com uma base semicircular onde está colocada a imagem de S. Francisco que sobrepuja um ornato rectangular, moldurado, com a seguinte inscrição: “PAY ET BONUM”. A cruz que coroa a empena é latina.

 

3 - Estado de conservação

 

É bom.

 

4 - Obras/Restauro

       (Datas e que obras foram feitas)

 

A ala esquerda 94 foi construída no segundo decénio do séc. XX e uniu o edifício principal à capela, pois esta estava separada da edificação primitiva. Foi o pai do actual proprietário que mandou executar estes acrescentos.

 

III - Elementos Iconográficos na construção

 

1 - Pedra de armas

      (Descrição)

 

Na torre, encontra-se adossada a pedras de arma de S. Francisco de Assis: As mãos cruzadas, simbolizam a paz e bondade: PAX DE BONUM - e um feto.

 

 

 

                                                                                                                              

2 - Cronologia

      (Datas inseridas na construção)

 

Não tem.

 

IV - Outros dados históricos

 

A primitiva construção situa-se a Norte. O último Abade do mosteiro de Bustelo, que viveu nesta casa e aqui faleceu em 1851, Frei José de Sam Joaquim de Castro Freire de Meireles mandou edificar a fachada Sul e a escadaria95. A capela do Outeiro, ou de S. Francisco, foi construída em 1769.96  A dez de Março de 1768, Bernardo José de Castro Freire Meireles e sua mulher fazem uma escritura de doação - o dote de Património da capela da casa do Outeiro. As fontes primárias referem que esta capela teria sido construída em 1769, dado que a petição foi feita a dez de Agosto do referido ano ao Arcebispado de Braga97  e a doação de Património foi executada a dez de Março do dito ano.98

 

 

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93 - “ (…) para que se posa erigir a ditta cappella que sera em sitio e como dado licença e izento de çeruidoens, o qual se fara com toda a perfeiçaó deuida com a portta prençippal para a publico sem ter alguma nem frestta para caza por tinta, e finda que seja e concluida de tudo neseçario (…). A.D.B., Registo Geral, Livro n.º188, 1768, fl. 303v.

94 - Informação do proprietário da casa do Outeiro. Cf. Presidentes da Câmara de Lousada Desde de 1838 até 1900 - Lousada: Edição Arquivo Municipal de Lousada, 2003, p. 25.

95 - Presidentes da Câmara de Lousada Desde de 1838 até 1900, p. 25.

96 -“ Diz, Bernardo Joze de Castro de Freyre de Meyrellles morador na sua quintta doouteiro freguezia de Santa Christina de Nogueyra vezita de Souza e Ferreyra destte Arcebyspado Primaz que para euitar os encomodos que padacem e mais sua familia para hirem sempre dumingo a missa a Igreja Parrochial que bastantemente fica diztante por entender fazer huma capella em lugar publico com a invocaçao de Sam Francisco para na mesma poder o supplicante ouuir missa com a sua família pois no tempo do inverno por cauza das muntas agoaz que correm, semaó pode pasar sem gram encomodo da qual se podem também adiministrar os sacramentos aoz enfermos, veulhos e empregados do lugar e uezinhos que constta de muyttoz fogos.” A.D.P., Secção Notarial, Po-1,1ª Série, Livro n.º 32, 1768, fl. 25.

A dezassete de Dezembro de mil setecentos e sessenta e oito foi solicitado o pedido para se poder realizar a vedoria às leiras de Sub-Rego, Lamoso e dos Pombais, leiras estas que dotavam a capela do Outeiro.99 A 22 de Dezembro desse ano é feita a vedoria.100 Os louvados desta vedoria foram Jerónimo Nunes Neto, lavrador, do lugar da Fonte e José Ribeiro, de Recemonde.101 No dia dezassete de Abril de 1769 é pedida a licença para erigir a capela da casa do Outeiro,102 que foi concedia  a 21 desse mês e ano.103

________________________________

 

97 - A.D.B., Registo Geral, Livro n.º188, 1768, fl. 295.

98 - “ (…) pertendiam fazer huma capella no lugar do outeiro defronte da zua quinta aonde rezidem com a invocaçam de Sam Francizco e para haver de lhe fazer a zua fabrica e Patrimonio por elle foi ditto quue lhes davam dotaçam, e doaçam â ditta capella a sua leira de Subrego (…). Como também a leira do Lamoso que rende setenta mil reis, (…). Como também a leira do Pombaez porque rende cada hum anno liure do dizimo a meias (…), sam juntoz dittos quattrocentos e sesenta e douz mil reiz, e somam os rendimentos todos juntos outto mil e cem reis que assim foi aualiado por louvados ajuramenttados (…) (…). A.D.B., Registo Geral, Livro n.º188, 1768, fl. 295.

99 - “ (…) Requeiro se passe a ditta do estillo e ordem para o Reverendo Parocho proceder a vedoria medisam, e apegaçam das leyras doadaz para a fabrica da capellla. (…) Como tambem seo sitio em que a capella se pertende fazer digo fundar liure e izenta de servidoens para a fundadaçam. (…)”.- A.D.B., Registo Geral, Livro n.º188, 1768, fls. 298v.

100 - “ (…) se achaua huma certidam do Reverendo Parocho dipoys de proceder a vedoria mediçaó e apegaçam daz terras doadas da quaes por seu theor fhormal hé dever documentar o seguinte: - Eu o Padre Manoel Antonio vigário da Parrochial igreja de Santa Christina de Nogueira da terça parte da vezita de Souza e Ferreyra deztte Arcçesbispado de Braga Primaz certifico e faço çertto que aoz uinte i sette diaz do mez de marco do ano de mil setecenttos e sesenta e nove (…) das dittas propriedades mençionadas nestte edital nem eu sey impedimento algum mais que pagarem os dittos dottadores hum quarto de pam anualmentte de senço terrado a Manoel Henriques Peixotto morador na quinta do Portto freguezia de Santa Margarida.” A.D.B., Registo Geral, Livro n.º188, 1768, fls. 299.

101 - “Item a leyra du Sobre Rego (…) a qual medida pello meyo tem de comprido do nascente ao puente sesenta e seis uaras e de largo de norte a sul medida do nascentte tem dezoyto uaras e medida no mesmo meyo largo tem dez, norte a sul, dezasette uaras, e medida no lado puentte com du Nortte o Sul cinco varas de largo (…)” A leira do Lamoso “ (…) que tem de comprido de nascentte ao puentte sesentta e sinco uaras medida pello meyo e de largo do nortte a sul na cabeça do nascentte tem nove uaras e meyas e medyda ao meyo tem de largo de nortte a sul quartoze varaz em yaz e medyda na cabeça do puente tem de largo de nortea sul treze uaras. (…)” E a leira dos pombais “ (…) que tem de comprido de nascentte a puentte sesentta e duas uaras e do norte a sul medida na cabeça do nascentte de largo doze varas e medida pello meyo tem de nortte a sul dezoitto uaras e medida du nortte a sul na cabeça du poente tem de largo vinte e doas uaras.” A.D.B., Registo Geral, Livro n.º 188, 1768, fls. 300 a 301.

V - Situação da Casa

 

 

Quem chega ao centro da Vila de Lousada e ruma a Felgueiras, percorre pouco mais de mil metros e vira direita, em direcção a Nogueira. Anda pouco mais de cinquenta metros, toma novamente a direita e em poucos minutos encontra a casa do Outeiro. Depara-se com a capela de S. Francisco adossada à fachada Oeste e à esquerda o portal de acesso ao largo terreiro da casa. A entrada faz-se por este portal, do séc. XVI, de granito, em que a técnica utilizada foi a de silharia, de fiadas regulares. O portão é de madeira, com moldura de granito, em cantaria, e termina com um frontão encimado por dois pináculos pontiagudos.104

 

________________________________

 

102 - (…) se defira a licença para a fundaçaó  da capella com declaracam questta se farã emsitio acomoodado para a mesma fundaçam (…). A.D.B., Registo Geral, Livro n.º 188, 1768, fls. 303.

103 - “ (…) concedo licença ao ditto suplicante para que se possa erigir a ditta capella que sera e em sitio e como dado licença eccrespto de cervydoens a qual sejam contadas a perfeiçaó de uidas com a portta prençipal para o publico sem ter alguma nem frestta para caza particular, que seja concluída de todo o neçassario, (…).”A.D.B., Registo Geral, Livro n.º 188, 1768, fls. 303.

104 - OLIVEIRA, Rosa Maria - o. c.,p. 117.

VI - Fontes Primárias/Documentais

 

            - A. C. O. - Edícula em forma de concha com a imagemde S. Francisco. (Fotografia).

- A.D.B., Registo Geral, Livro n.º188, 1768, fls. 295 a 304.

- A.D.P., Secção Notarial, Po-1,1ª série, 1768, fl. 25 a 26.

 

VII - Bibliografia

 

- À Descoberta do Vale de Sousa - Rotas do Património Edificado e Cultural… 2ª Edição, Lousada: Editores Héstia. 2002.

- Agenda do Professor - Lousada: Edição da Câmara Municipal de Lousada, 2002.

- BATISTA, João Maria - Chorographia Moderna do Reino de Portugal. Lisboa: Typographia da Academia Real das Sciencias, vol. II, 1875.

- CARDOSO, P. Luís - Dicionário Geográfico, ou Noticia Histórica de Todas as Cidades, Vilas, Lugares, e Aldeias, Rios, Ribeiras, e Serras dos Reinos de Portugal, e Algarve, com todas as coisas raras, que neles se encontram assim antigas, como modernas. Braga: Regia Oficina Sylviana, da Academia Real, Tomo II. MDCCLI

- Carta Militar de Portugal - Lisboa: Edição do Instituto Geográfico do Exército. Escala 1: 25 000, Série M888, Penafiel, Folha 112, N.º 4. 1998.

- COSTA, António Carvalho da - Corografia Portugueza e Descripçam Topográfica do famoso Reyno de Portugal Com as Noticias das Fundações das Cidades, Villas, e Lugares, que contem, varões ilustres, Genealogias das Famílias nobres, fundações de Conventos, Catálogos dos Bispos, antiguidades, maravilhas da natureza, edifícios, & outras curiosas observaçoens. Segunda Edição, Braga: Typographia Domingos Gonçalves Gouveia. 1868.

- D’ ALMEIDA, José Avelino - Diccionario Abreviado de Chorografia, Topografia, Archeologia das Cidades, Villas e Aldêas de Portugal. Valença: Typographia de V. de Moraes. vol. I. 1866.

- Dicionário Enciclopédico Das Freguesias - Lisboa: Edição da ANAFRE. 1996.

- Ecos - Porto: Edição da Direcção Geral de Apoio e Extensão Educativa - Coordenação Distrital do Porto,  N.º 17. [s/d].

- FERREIRA, Damião Vellozo; SOUSA, D. Gonçalo de Vasconcelos - Os Fundadores do Club Portuense e a sua Descendência. Porto: Edição Lelo § Irmão. 1995.

- História das Freguesias e Concelhos de Portugal - Lisboa: Edição do Jornal de Noticias e da Quidnovi, vol. 9. 2005.

- Jornadas Europeias de Património. Lousada: Edição da Câmara Municipal de Lousada. 2003.

- LOPES, Eduardo Teixeira - Lousada e as suas freguesias na Idade Média. Lousada: Edição da Câmara Municipal de Lousada. 2004.

- Lousada - A Vila e o Concelho. Lousada: Edição da Câmara Municipal de Lousada. 1993.

- Lousada -Terra Prendada - Lousada: Edição Câmara de Lousada. 1996

- Lousada (Subsídios para a sua Monografia) - Lousada: Edição da Câmara Municipal de Lousada, da Coordenação Concelhia de Lousada e da Direcção Geral Da Extensão Educativa. 1989.

- NÓBREGA, Artur Vaz-Osório da - A Heráldica De Família No Concelho De Lousada. Aditamento a “Pedras de Armas do Concelho de Lousada” (1959). Lousada: Edição da Câmara Municipal de Lousada. 1999.

- NÓBREGA, Artur Vaz-Osório da - Pedras De Armas Do Concelho De Lousada (Heráldica De Família). Porto: Edição Junta De Província Do Douro Litoral. 1959.

- OLIVEIRA, Rosa Maria - Portões e Fontes do Concelho de Lousada. Lousada: Edição da Câmara Municipal de Lousada. 2003.

- O Nosso Concelho - Lousada. Lisboa: Edição da Empresa Editora. 1998.

- Planta topográfica. Escala: 1/2000 Lousada: Edição da Câmara Municipal de Lousada. 2005.

- PORTO - Do nome de Portugal. Porto: Edição Governo Civil do Porto, 1992

- Presidentes da Câmara Municipal de Lousada Desde 1838 até 1900. Lousada: Edição do Arquivo Histórico e Municipal de Lousada. 2003.

- Revista Portugal Local - Lousada Terra Singela Como A Flor do Linho, N.º 5, [s/l]: [s/e]. 1996.

- VIEIRA, José Augusto - O Minho Pitoresco. 2ª Edição, Valença: Edição Rotary de Valença, Tomo II. 1987.

 

SILVA, José Carlos Ribeiro da - In Tese de Mestrado: A Casa Nobre no Concelho de Lousada,FLUP,  2007 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                          

 

 



publicado por José Carlos Silva às 11:54 | link do post | comentar

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