Domingo, 18 de Outubro de 2009

Portões e Fontanários de Lousada

 

 Estilos arquitectónicos

 

1        - Século XVII. Época de transição.

 

        Época de transição entre as influências renascentistas do século XVI e a exuberância do Barroco do século XVIII. Neste período adopta-se mais um tipo de arquitectura maneirista, estilo este que já tinha sido adopatdo por toda a Europa.

            "Neste final de século era já mais intenso o movimento de obras de toda a natureza, e de tal forma que muitos foram, por essa altura e pelos inícios do século seguinte, os pedreiros «improvisados em arquitectos» que desenharam plantas e levantaram edifícios, facto talvez ainda mais frequente na arquitectura civil, que, como se compreende, mais facilmente lançava mão de construtores experimentados do que de verdadeiros arquitectos". [1]

 

 

            2 - Século XVIII. Barroco

 

            O estilo barroco caracteriza-se por um forte sentido de movimento, aliado a uma preferência por formas maciças, um gosto pela monumentalidade e a preocupação constante com os efeitos dramáticos e teatrais - a monumentalidade e as formas maciças estão patentes quer na arquitectura civil como na religiosa.

            Em Portugal, não existem monumentos arquitectónicos gigantescos, como em Espanha ou na Alemanha. No entanto, há exemplos grandiosos construídos nos séculos XVII e XVIII, como o convento de Mafra, da primeira metade de Setecentos. Mas a grande maioria são monumentos de dimensões mais reduzidas, sem deixarem de ser, de grande valor arquitectónico e considerável imponência, como é o caso do Palácio Pombal, em Oeiras, e o famoso vilarealense solar de Mateus.

            A preocupação e o gosto pelos efeitos dramáticos e teatrais é evidente na arquitectura setecentista, tanto religiosa como civil. Entre algumas das características mais marcantes da arquitectura civil, podem citar-se:

            - Todos elementos arquitectónicos e decorativos das fachadas nas casas nobres desenvolvem-se num sentido horizontal. Estes elementos são detentores de grande exuberância, surgindo como autêntica cenografia. A grande maioria das casas tem dois andares, transmitindo-lhes assim, uma ideia de estabilidade.

            - A casa solarenga desta época, já tem como particularidades, um só piso denominado andar nobre e a imponência está na concepção das janelas, que neste piso são sempre de maior riqueza arquitectónica que as do andar térreo - neste, localizam-se as arrecadações. Nos edifícios de maiores dimensões é frequente situarem-se as adegas e celeiros e nalguns casos, até a cozinha;

            - As fachadas setecentistas são articuladas com pilastras lisas e pouco salientes, que as dividem em três ou mais secções. Frequentemente as pilastras são acentuadas, sobre os telhados, por diversos ornatos: fogaréus, urnas e pináculos, que procuram dar ênfase às linhas verticais. No entanto, esse verticalismo é contrariado assiduamente por barras horizontais que cortam as fachadas.

 

            2.1 - Elementos característicos do Barroco

 

            Um dos elementos com mais evidência é a entrada nobre, enriquecida com colunas e pilastras, sustentando balcão com parapeito, ou simples grade, continuada por uma janela central de tipo mais rico e rematada pelo brasão de armas da família, conjunto que leva a romper a linha dos telhados para dar lugar a um frontão que constitui o remate característico da entrada. Todos estes elementos denotam a tendência dinâmica de arte barroca, transmitindo uma ideia (já referida) de movimento.

            A escadaria desempenha agora um papel primacial no exterior do edifício. Ao longo do século XVIII, certas escadarias apresentam linhas rígidas muito arcaizantes, outras revelam claramente a extravagância, a exuberância, a inquietação e o movimento, ideias transmitidas pelo espírito barroco.

            O jardim setecentista nunca chegou a atingir a monumentalidade e o requinte dos jardins das vilas italianas. Mas existiu sempre uma preocupação de relacionar a casa com a natureza. O tratamento do terreno e da própria vegetação obedecia a uma plano em que tudo se integrava perfeitamente, submetendo-se a paisagem a regras arquitectónicas que permitiam tirar partido de certos efeitos. Exploram-se grandes perspectivas por planos alternados em terraços, dando assim, a mencionada noção de teatralidade. Para isto, muito contribui também a construção de pavilhões, pórticos, retiros, fontes e escadarias.

            A divisão dos diferentes terraços é demarcada por muros de suporte, quase sempre tratados de maneira decorativa, e com dois ou três degraus. Esta amplitude dos espaços, transmite uma imagem de infinito.

            Tudo isto, levava com frequência a favorecer o prolongamento do eixo da casa por avenidas ladeadas de sebes e arvoredo, obtendo-se uma enorme intimidade (ligação) entre a casa e o espaço exterior:

            O jardim mostra uma predilecção pelos efeitos sombrios, os caminhos cobertos pelas árvores, o murmúrio das fontes, a penumbra de grutas, criando recantos íntimos onde a fantasia paira.

            A estatuária - figuras mitológicas, damas e fidalgos, bustos, animais -, vive de tal forma no jardim português, que em muitos casos foram parcialmente absorvidas pela vegetação - tal é a ânsia de harmonizar a arte e a natureza.  A sua localização é sempre escolhida de acordo com o efeito teatral, e até de surpresa.

            Um outro elemento igualmente característico do espírito barroquista e muito utilizado nos jardins portugueses é a água. Em pleno século XVI, surgem os tanques e os lagos, que desempenham também funções utilitárias: para irrigar os espaços ajardinados e hortas, além de constituir refúgio para as temperaturas cálidas de Verão. O Barroco vai empregar a água em efeitos mais complexos, embora não coloque de parte o seu utilitarismo.

            A cascata é um elemento predilecto no jardim português, (infelizmente muitas vezes ao abandono), a combinação da água com a vegetação, criando regatos e fontes sombrias, cuja água desaparece misteriosamente sob o denso arvoredo.

            A fonte é um outro elemento que explora semelhante efeito, quer se trate de fontes independentes, de parede - também de grande preferência barroca. Nas primeiras, a queda de água é estudada de modo a transbordar das artísticas taças, derramamento esse frequentemente provocado pela acção constante de repuxos, que também são tratados em grupos. A água desses repuxos sai da boca de golfinhos ou de búzios de tritões. Das fontes de parede, o caudal costuma ser repartido por várias saídas e o conjunto é aproveitado para os arranjos arquitectónicos da época.

            O lago pode ter várias dimensões, sendo preferidas formas redondas, ovais ou extravagantes.

           O exemplo mais elucidativo no Concelho de Lousada é o jardim  da Casa da Bouça, na Freguesia de Nogueira.

           

2.2 - Casas setecentistas

 

            O século XVIII foi a época das grandes casas, muitas delas mesmo de consideráveis dimensões, ostentam ricas fachadas - são produto do influxo de novas riquezas do exterior, particularmente o dinheiro do açúcar, prata e diamantes do Brasil. Muitos dos proprietários construíram casas novas, outros reconstruíram as existentes, ou somente melhorando ou aumentando-as.                                                                                                                 

            Em todas estas casas e até nas de dimensões reduzidas, regista-se uma nota erudita na aplicação de uma galeria, no emprego de um frontão, porta ou escadaria, ou mesmo, na inclusão da pedra de armas, por vezes de consideráveis dimensões e com inegável qualidade decorativa (Casa do Carmo no lugar do Carmo, freguesia de Sto Estevão de Barrosas).

 

            2.2.1 – Casa - torre

 

            A casa - torre atinge agora uma expressão de maior requinte, em virtude da torre ser largamente aproveitada pelo seu valor arquitectónico - ela é o elemento preponderante. É a afirmação senhorial e adquire uma nova expressão funcional. A cada andar corresponde uma única divisão que ocupa toda a área disponível.

Este género de casa é muito característico no norte de Portugal.

 

2.2.2 - Casa capela

 

            Existe a casa que íntegra a capela na fachada (Casa de Sá, na freguesia de Sta Eulália de Barrosas). Este tipo de casa está presente em Portugal, do norte a sul, estabelecendo por tal, um "padrão" de casa tipicamente portuguesa.

            Quanto ao muro da vedação, este vai desempenhar um papel importante desde o início do século, e vale sobretudo pela sua função decorativa. Em relação ao seu funcionalismo, servia de isolamento e defesa do pátio para com o exterior (Casa dos Meneses, na freguesia de Caíde). Mas, foi essencialmente empregado com o propósito de dar um acesso condigno à propriedade, prestando-se a várias interpretações, em que os elementos heráldicos (Casa de Sto Ovidio, freguesia de Aveleda), religiosos (Casa de Boim, freguesia de Boim), evidenciando ainda um desenho severamente maneirista, mesmo ao longo de todo o século XVIII. Não faltam as ameias a estes muros - sobrevivência da arquitectura militar medieval (Casa do Recanto, freguesia de Casais).

            As portas abrem sobre o jardim e não ligam com as casas. Se em alguns casos não aparecem brasões de armas, os muros heráldicos são mais numerosos, surgindo assim, como um elemento pitoresco da arquitectura setecentista do Norte, quer façam parte do conjunto residencial, quer isolados e servindo como afirmação da fidalguia.

 

 

 

 

            2.2.3 - "Casa comprida"

 

            Este tipo de casa designada por "casa comprida", nem sempre se caracteriza pela regularidade da sua planta (frequentemente, é rectangular), mas sim, pelo desenvolvimento da sua fachada e comprimento. No entanto, é equilibrada e simétrica (Casa de Sá, freguesia de Sta Eulália de Barrosas). Nesta casa, existe capela que passa muito despercebida, sendo assinalada apenas com a presença de uma cruz na linha do telhado.

            Alguns dos exemplos de maior destaque das casas de compridas fachadas, disseminaram-se ao longo do Douro, até próximo da fronteira com Espanha, e neles surge ainda a influência da decoração empregada pelo conhecido arquitecto da portuense Torre dos Clérigos, Nicolau Nazoni[2], que se estabeleceu no Porto e desempenhou papel importante na renovação da arquitectura barroca do Norte.

           

3 - O Neoclassicismo. Séculos XVIII-XIX

 

            A introdução do Neoclassicismo em Portugal, ficou-se a dever à influência de arquitectos estrangeiros. Mas, foram muitos os arquitectos que em Portugal se vieram a distinguir. Entre eles, destaque-se o arquitecto Cruz Amarante, de cujas obras é de referir a Igreja do Bom Jesus e o Hospital de S. Marcos, na cidade de Braga; assim como, o arquitecto Pinho de Miranda e uma das suas obras mais célebres, a Igreja de S. Francisco, de 1795 no Porto.

            O Neoclassicismo tem como base o ressuscitar de elementos greco-romanos, as ordens e colunatas clássicas, fazendo com que a arquitectura adquira uma secura e uma monotonia. Trata-se de um regresso ao classicismo rigoroso e autêntico.

            Se na arquitectura os novos elementos são adoptados, embora esta novidade tenha influenciado mais as cidades do que a província - nesta pouco, ou nada, foi alterado. Já em relação aos jardins portugueses, estes não sofreram qualquer alteração no século XVIII, mantendo sempre os elementos barrocos característicos.

 

II. O jardim no norte de Portugal. Conceito

 

            "Imagem de um Paraíso perdido ou prometido - necessidade profunda duma outra ordem da natureza - o jardim revela-se como um universo protegido das contingências naturais dos diferentes climas e geografias.

            Por detrás da aparência de prestígio de um simples espaço de recreio ou de representação social, o jardim encerra em si uma necessidade profunda de toda a alma humana em criar na terra um paraíso"[3].

            O jardim em Portugal não sofreu grandes influências vindas do exterior. Manteve-se durante séculos intimamente ligado aos hábitos vivências e ao imaginário profundo do sentimento português. Esteve sempre em consonância com a arquitectura e a vida doméstica.

            As grandes características do jardim português, são altos muros, alegretes, bancos, casas de fresco, azulejos e pavimentos de tijoleira.

            É um espaço mais arquitectónico do que paisagístico, pois é delineado segundo as condições geográficas, voltado sobre si próprio, num ambiente de requintada intimidade, mais para ser usufruído no seu interior que para ser admirado do exterior.

 

            1 - O jardim nortenho e o seu barroquismo

 

            "Desde meados do século XVI, até ao fim do século XVII, é ainda, sobretudo no Sul do país, que a arte paisagística se apresenta com maior esplendor e maior número de criações ..." [4].

            Mas já por esta altura se verifica no Norte e Centro, a tendência de incorporarem o jardim nas quintas de recreio.

            O material adoptado foi o granito - que existe em grande abundância nesta zona do País - para a execução dos muros, bancos, alegretes e diferentes elementos decorativos, resultando daí um carácter sóbrio e robusto na  paisagem. No entanto, a dureza do granito não possibilitava os requintados detalhes da alvenaria ou do mármore, e muito incompatível com o azulejo, material este que ficou bastante circunscrito ao Sul e Centro do País.

            Por outro lado, o granito vai desenvolver uma impressão, a certos elementos, de monumentalidade e volumétrica. Um dos exemplos mais significativos - que se vai destacar -, é as fontes, como a da Casa de Sto Ovidio, na freguesia de Aveleda.

            O talhe do buxo e a frequência da utilização das japoneiras são particularidades tipicamente nortenhas.

            A tendência no Norte para uma visão mais formalista da Arte, levará no século XVIII ao florescimento do Barroco muito próprio.

            A abertura do jardim nortenho é virado para o exterior - está sobrelevado em relação à casa, o jardim estrutura-se assim, num largo terraço com passadiço directo para as salas do primeiro andar - sendo de citar o exemplo da Casa da Bouça na freguesia de Nogueira.

 

III. O granito. Sua utilização nos jardins "ordenados" setecentistas

 

            No Norte do país, durante o século XVIII, a arte dos jardins tomou  um novo incremento, sofrendo influências da arte religiosa, tanto a nível de conceitos espaciais, como dos seus elementos decorativos. Tudo isto devido ao dinamismo que a partir de meados do século XVIII, se verificou pela habitação e pelo requinte da vida doméstica, que dá origem a um vasto grupo de solares e quintas de recreio. Até essa altura, o jardim tinha desempenhado um papel secundário.

            A flutuação entre espírito religioso e cortesão que se espalha a toda a vida social, inscreve nos jardins um ambiente de forte tensão dinâmica e de desenvolvimento cenográfico: patamares desdobrando-se em escadarias, balaustradas de pedra com balaústres encimados por pináculos e pirâmides, altos chafarizes de cimalhas conturbadas e volumes salientes, estátuas de panejamentos "soprados pelo vento", talhado tudo no escuro granito da região, dotam o espaço duma densidade e dinamismo formal à imagem da arquitectura religiosa que se estendia por todo o Norte do País.

            As fontes, lagos e chafarizes além de elementos de recreio, funcionavam como reservatórios de água para as zonas ou tabuleiros onde se encontravam, retendo ou distribuindo as águas conforme as necessidades.

            As ditas fontes e os altos chafarizes de granito, nos seus volumes conturbados de conchas, golfinhos, carrancas, imagens alegóricas, cimalhas, nichos caracterizam com maior evidência o gosto barroco nortenho.

            "Ao grande espelho de água de ambiente calmo e repousante do sul contrapõe o Norte, o chafariz monumental, um gosto que se manifestou desde o século XVII tanto nos jardins da Maia dos Bispos do Porto como em Simães perto de Felgueiras ou ainda na Casa de Avintes" [5].


IV. Fontes públicas

 

            "Fontes e chafarizes foram sempre e por toda a parte lugares de encontros amorosos e de conversas à margem do público. Além dos ruidosos episódios que é fácil imaginar, entre os frequentadores dos chafarizes, a intriga e os mexericos da cidade tinham aí mesmo campo aberto e livre" [6].

            Os chafarizes podem-se situar no centro de largos ou praças, ou simplesmente, encostados ao muro de uma via pública. Os primeiros, divergem por entre modelos e elmentos decorativos variados, podendo ser de diferentes tamanhos, assumindo, assim, uma independência que lhe permite ser admirado pelas várias faces. Os segundos, cuja função é a praticabilidade, podem também situar-se ao fundo de um terreiro, mais ou menos recuado e regular. A sua forma pode ir desde o quadrado, o rectângulo ao semicircular ou de "meia-laranja".

            Mas por motivos de crescimento urbanístico, tanto aldeias, vilas como cidades, e para um melhor funcionamento do tráfego, fizeram-se transferir uns e desaparecer outros.

 

 



[1] AZEVEDO, Carlos, Solares portugueses, 2ª edição, Livros Horizonte, 1988, p. 56.

[2] "Nicolau Nazoni nasceu no dia 2 de Junho de 1691, em São João de Valdarno (Val d'Arno) de Cima, freguesia distante uns 50 quilómetros de Florença, da diocese de Fiesole, no Grão-Ducado de Toscana, filho de José Francisco de Nasoni e de sua esposa Margarida (...) É sobejamente conhecido que no período da Sé Vacante (1717-1741), o Cabido portucalense procedeu a grandes transformações na Sé. Nasoni tornara-se centro de atenções em Malta e aí deve ter granjeado grande fama pelo seu talento e impressionado pela rapidez com que executava os seus trabalhos. Era, então, Deão do Cabido do Porto, Dom Jerónimo de Távora e Noronha Leme e Cernache. O Cabido precisava de um pintor-decorador para o interior da Sé. Dom Jerónimo tinha em Malta um irmão, Dom Roque Távora, que era vice-chanceler da Ordem de Malta, e através dele terá sabido do valor do artista. Resolveu convidá-lo através, certamente, do irmão. Nicolau Nasoni aceitou o convite. Veio, e em Novembro de 1725 já se encontrava a pintar a Sé (...). Artista polivalente de reconhecidos méritos exerceu no Porto e Norte de Portugal uma intensa e valiosíssima actividade. A sua vida desde que veio para o Porto, é bastante bem conhecida". BRANDÃO, D. Domingos de Pinho; et al., Nicolau Nasoni, vida e obra de um grande artista, Porto, 1987, pp. 13, 16 e 17.

[3] CARITA, Helder e CARDOSO, Homem, Tratado da grandeza dos jardins em Portugal, Círculo de Leitores, Lisboa, 1990, p. 15.

[4] ARAÚJO, Ilídio, Arte paisagística e Arte dos jardins em Portugal, Lisboa, 1962, p. 203.

[5] CARITA, Helder e CARDOSO, Homem, Ob. cit., p. 252.

[6] CHAVES, Luís, Chafarizes de Lisboa, Edição da Câmara Municipal de Lisboa, s/d, p. 12.

[7] BASTO, A. de Magalhães, et al., Ferro forjado no Porto, Publicações da Câmara Municipal do Porto - Gabinete de História da Cidade, Porto, 1955, pp. 34-35.

[8] BASTO, A. de Magalhães, Ob. cit., p. 36.

OLIVEIRA, ROSA - In Portôes e Fontanários de Lousada



publicado por José Carlos Silva às 15:24 | link do post | comentar

mais sobre mim
Abril 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9

11
12
14
15
16

18
19
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30


posts recentes

Despedidas

Eleição e abdicação

Cruzeiros de S. Miguel

Memória Paroquial de Vila...

Caminhada à descoberta do...

Lousada e os seus cruzeir...

Capela de S. Cristóvão (S...

Capela de N. Srª de Apare...

Capelas Públicas de Lousa...

Bibliografia

arquivos

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

tags

1791

1895

abdicação

alentém

auto de patrimonio

auto_de_património

caíde

camara

caminhada

caminho-_de_ferro

capela da casa de valmesio

capela de cam

capela de valmesio

capelas

capelas_públicas

capela_cam

capela_da_lama

capela_de_s. cristóvão

capela_de_stº andré

capela_srª_aparecida

capitão_mor

carta

casa

casa de real

casa-do_porto

casa_cáscere

casa_da_bouça

casa_da_lama

cazla_do_cáscere

comarca

consulta

contrato de obra

cristelos

cruzeiros

cruzeiros de covas

cruzeiros_de-casais

cruzeiros_de_cernadelo

cruzeiros_de_cristelos

cruzeiros_de_figueiras

cruzeiros_de_lodares

cruzeiros_de_stª_margarida

cruzeiro_de_pereiras

d. pinho brandão

deputado

despedidas

dia_internacional_monumentos_sítios

doação_para_património

doação_para_patrimonio

dote

eleição

escritura_legado

jose teixeira da mota

lindo

lodares

lousada

lúcia_rosa

meinedo

memória_paroquial

moinho

moinhos

nespereira

nevogilde

nogueira

nome

novelas

ordem

paroquial

patrimonio

património

património_rural-paisagístico

penafiel

plano_de_ seminário

ponte_nova

prazo

preservar

princípio_de_instituição

processo

quaresma

quintã

restauro

rota_do_românico

s. miguel

santa ana

secretario

sermões

soares_de_moura

sousela

tapada

vale_do_sousa

vilar-do_torno

vinculo

todas as tags

links

visitante
subscrever feeds